(61) 3031-1900 / 9 9992-0708

  •        Questionar a utilização corrente do diagnóstico de dislexia para distinguir crianças cujo aprendizado da escrita difere do padrão.
  •        Sustentar que a apropriação da escrita, como a de qualquer prática de Linguagem, constitui-se de espaços de interlocução entre um eu sujeito-aprendiz e um outro sujeito-mediador, mergulhados em relações sociais.
  •         Desmistificar a patologização dos “erros” da criança em seu processo de elaboração de hipóteses sobre a escrita.
  •         Reafirmar que rótulos, diagnósticos e encaminhamentos equivocados podem alterar percursos de vida e trazer marcar perenes aos sujeitos que nela escrevem sua trajetória.

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